Embreagem – Quando trocar? Como usar?

Sobre o Kit de Embreagem

 

O  Kit de embreagem é composto basicamente por 3 itens: platô e disco, rolamento ou atuador hidráulico.

Exemplo de Kit composto de Platô, Disco e Atuador Hidráulico abaixo:

DSCN2511

Exemplo de Kit composto de Platô, Disco e Rolamento abaixo:
kit embreagem s10 2.4
*Exemplo de Kit composto só com Platô e Disco (Sem Atuador ou Rolamento)  abaixo:
Kit embreagem ranger 4.0 v6 sem atuador
A embreagem tem como função, transmitir a rotação do motor para o câmbio e consequentemente para as rodas do carro, bem como filtrar as vibrações torcionais geradas pelo motor, minimizando os ruídos e desgastes dos componentes de transmissão.

O platô passa a rotação do volante para o câmbio e é constituído pela carcaça da embreagem, pela placa de pressão e pela mola membrana.

Como todos os componentes do sistema de embreagem devem alcançar a mesma vida útil, quando há a necessidade de troca de um deles, é recomendada a substituição do Kit completo.

 

Quando trocar o Kit de Embreagem?

• Recomenda-se que a embreagem seja avaliada, para possível troca, a cada 40 mil quilômetros, mas deve ser respeitado cada modelo de veículo e o motorista deve sempre consultar o mecânico. A média de sua vida útil gira em torno de 50.000km, podendo chegar à 100.000kms;

• Pedal Duro: quando o motorista precisa fazer mais força do que o comum para acionar o pedal;

• Patinação: quando há perda de força de transmissão, patina;

• Trepidação: excesso de vibração do veículo ao sair do lugar, trepida;

• Dificuldade de engate: quando há muita dificuldade para selecionar as marchas, marcha raspando.

 

Como Usar a Embreagem? 

• O pedal da embreagem deve ser usado apenas para a troca de marcha. Nunca descanse os pés no pedal, isso provoca aquecimento excessivo do sistema de embreagem;

• Não segure o veículo numa rampa, usando a embreagem como freio;

• Não ultrapasse a capacidade de carga do veículo;

• Acione a embreagem com suavidade, e tambem tire o pé com suavidade, sempre trocando as marchas de forma sincronizada e no giro correto do motor;

• Não dê arrancadas bruscas, nem faça reduções bruscas;

• Nunca utilize a segunda marcha para sair com o veículo quando estiver parado.

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